Não se sabe exatamente o que causa um linfoma. Estudos indicam que
pessoas com imunidade comprometida por causa de doenças genéticas,
exposição a agentes químicos e altas doses de radiação têm mais chance
de ter a doença.
O aparecimento de ínguas (pequenos caroços) nos
locais onde há linfonodos pode ser indicativo da doença. Outros
sintomas comuns aos linfomas não-Hodgkin são febre, coceira na pele,
perda de peso em pouco tempo e suor noturno excessivo. Mas a confirmação
do diagnóstico deve ser feita a partir de exames, biópsia e estudo
celular.
Dado o diagnóstico, a doença pode ser tratada com
quimioterapia, radioterapia ou ambas. Em certos casos, os médicos podem
indicar também a imunoterapia.
O linfoma não-Hodgkin é o que
mais incidente em crianças. Mas, de acordo com o Inca, os casos no
Brasil duplicaram nos últimos 25 anos, especialmente entre pessoas com
mais de 60 anos. Estima-se que neste ano os casos cheguem a 10.240
--5.210 em homens e 5.030 em mulheres.
Segundo o último balanço
do Inca, pelo menos 4.154 pessoas morreram por causa da doença (2.303
homens e 1.851 mulheres) em 2013.
As causas deste aumento ainda são desconhecidas.
Maria Helena Araújo/jornalista/fonte/ UOL Notícias Ciência e Saúde
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